Quem pega a estrada com frequência já percebeu uma mudança importante nas rodovias brasileiras: o pedágio free flow (ou ‘fluxo livre’ em tradução literal) está cada vez mais presente nas rodovias brasileiras. Mas como funciona? E qual é a diferença entre pedágio tradicional e o free flow?
Neste artigo vamos te ajudar a entender.
O que é o pedágio free flow?
O pedágio free flow é um sistema de cobrança eletrônica que não necessita da instalação das tradicionais praças de pedágio. Os pórticos utilizam câmeras e sensores para registrar a passagem e identificar o veículo pela placa, além de reconhecer a TAG quando instalada e ativa.
A Lei nº 14.157, de 1º de junho de 2021, estabeleceu as condições para a cobrança pelo sistema de livre passagem e regulamentou a implementação desse modelo no Brasil, permitindo que as tarifas tenham maior proporcionalidade com o trecho da rodovia ou via urbana efetivamente utilizado.
Pedágio free flow x pedágio tradicional
A principal diferença está na forma de cobrança. No pedágio tradicional, o motorista chega a uma praça, reduz a velocidade e realiza o pagamento em uma cabine ou pista automática.
Já no pedágio free flow, não existem cancelas. O veículo passa pelo pórtico, e o sistema identifica a placa ou a TAG automaticamente. Quando o motorista usa uma TAG ativa, a empresa responsável registra e cobra a tarifa automaticamente. Sem TAG, o motorista precisa consultar os canais oficiais disponibilizados pela concessionária para realizar o pagamento.
Como pagar o pedágio free flow sem uma TAG?
Essa é uma das principais dúvidas de quem encontra o sistema pela primeira vez.
Caso o veículo não tenha TAG, a passagem é registrada pela placa. Depois, o motorista deve consultar a cobrança e realizar o pagamento dentro do prazo estabelecido para aquele trecho.
Por isso, é importante ficar atento. Deixar uma tarifa de pedágio free flow em aberto pode gerar problemas, incluindo autuação por evasão de pedágio. Atualmente, a CNH do Brasil também passou a reunir informações sobre passagens registradas em sistemas free flow e indicar os canais de pagamento.
Para clientes com TAG, a visualização da passagem na CNH do Brasil não gera uma nova cobrança. Quando a passagem é processada via TAG, o pagamento continua sendo realizado automaticamente.
Vale a pena usar uma TAG no carro?
A TAG é um pequeno dispositivo eletrônico instalado no veículo que permite identificá-lo automaticamente em pedágios e sistemas de cobrança free flow. Ao passar pelo pórtico ou pela pista automática, a TAG é reconhecida e a tarifa é registrada na conta ou no meio de pagamento cadastrado pelo motorista.
O dispositivo traz praticidade e permite que o pagamento seja feito automaticamente, evitando a necessidade de consultar diferentes portais de concessionárias depois de cada viagem. Além disso, quem utiliza TAG pode contar com descontos em diversas rodovias. Os benefícios variam conforme a concessionária e a frequência de uso, podendo ir de 5% a até 96% por meio de programas como o DBT (Desconto Básico de Tarifa) e o DUF (Desconto de Usuário Frequente).
O mais importante, portanto, é manter o dispositivo ativo ecom saldo disponível, vinculado corretamente à placa do veículo. Assim, você evita transtornos e pode pegar a estrada sem precisar se preocupar.
Mais praticidade na estrada, mais tranquilidade no caminho
Na estrada, praticidade é importante, mas proteção veicular também. Afinal, imprevistos acontecem.
A Lions Mutual oferece proteção veicular com cobertura nacional e assistência 24 horas, incluindo serviços como reboque, SOS pneus, carga de bateria e chaveiro, além de proteção para situações como colisão, roubo e furto e muito mais.
Assim, enquanto a tecnologia facilita o pagamento do pedágio, a proteção ajuda você a seguir viagem com mais tranquilidade.
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